En Grecia se pronuncian por el fin del bloqueo contra #Cuba

La Embajadora de Cuba en Atenas, Zelmis María Domínguez Cortina, recibió a Nadia Valavani, Costas Isychos y Vangelis Gonatas, integrantes de la Red en Defensa de la Humanidad en Grecia.

La delegación escuchó los detalles proporcionados por la representante del estado cubano, sobre los mecanismos de provocación liderados por Estados Unidos y la UE, así como sobre el recrudecimiento de las sanciones ilegales en contra la isla, las manipulaciones mediáticas relacionadas al uso de fotomontajes en las llamadas manifestaciones masivas que tuvieron lugar en Cuba. Y han impuesto un matriz de opinión falsa y distorsionada de la realidad cubana que se ha extendido a los grandes medios de comunicación dominantes en el mundo.

Cuba, como explicó la embajadora, si bien ha producido más de 30 millones de vacunas propias como Soberana y Abdala, producidas por la comunidad científica cubana, las intervenciones con las vacunas a todo el territorio nacional, se han retrasado debido al bloqueo económico y financiero que impide la compra e importación de jeringuillas.

Al mismo tiempo, subrayó, que las potencias imperialistas, y más en específico Estados Unidos, no pueden asimilar y asumir que un pequeño país socialista haya triunfado y muestre grandes logros en educación pública, educación, servicios médicos públicos y gratuitos, y la idea de que no han podido derrotar al socialismo en la isla. Estados Unidos, como subrayó la embajadora, no quiere transigir con esta realidad política y social. Por eso ocultan a los medios y a la opinión pública internacional las manifestaciones masivas que el pueblo cubano realiza en La Habana en defensa de su Revolución.

De ahí que sea necesario el fin definitivo de las sanciones contra Cuba así como lo hizo la comunidad internacional, al aprobar por 29 veces consecutiva en la  Asamblea General de la Naciones Unidas la resolución que condena el bloqueo que Estados Unidos ha impuesto a Cuba desde hace más de 6 décadas.

Finalmente, la delegación destacó el pleno reconocimiento del que goza Cuba en la conciencia de la gran mayoría del pueblo griego. Presentó la idea de lanzar próximamente una campaña de solidaridad y ayuda rompiendo las sanciones en la práctica, donde se recaudará dinero a través de todos los procedimientos legales de transparencia y control para ser enviado a la cuenta especial del Ministerio de Salud cubano, con la compra de jeringuillas y equipos para otros servicios médicos.

El apoyo continuo con herramientas sociales, cinematográficas y políticas es, como destacaron los integrantes de la REDH en Grecia, la clave para romper en la práctica las sanciones ilegales contra la heroica Cuba y su pueblo.

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The Financial Times, Fox News e The Guardian incitam protestos em Cuba

De autoria da fotógrafa Eliana Aponte, a imagem acima, uma das mais difundidas nos últimos dias, retrata uma manifestação PRÓ GOVERNO CUBANO e não contra, como foi veiculado em diversos veículos da mídia estrangeira, como o The Financial Times, The Guardian e Fox News.

Na foto nota-se inclusive a presença da bandeira cubana ao lado da bandeira do Movimento 26 de Julho, um dos mais importantes marcos da Revolução Cubana.

Há 60 anos os Estados Unidos e seus aliados insistem em desestabilizar Cuba.

#Cubanoestasola

VIDAS CUBANAS IMPORTAM



Seis décadas se passaram a partir do dia em que o Governo de John Kennedy – Presidente Democrata dos EUA – decidiu assinar o embargo contra Cuba – comercial, financeiro, econômico, em complemento aos embargos anteriores. Assassinado em 22 de novembro de 1963, ele foi sucedido, agora por democratas e por republicanos, que aumentavam as sanções de todos os tipos. A grande expectativa de seus governantes seria que a Ilha do Caribe sucumbisse às grandes necessidades do dia a dia.

É difícil, desumano, fatal. Todo o tipo de problemas. De uma simples aspirina a um tomógrafo. De um pedaço de carne a uma peça de reposição necessária à agricultura, ou à tecnologia. Sessenta e dois anos de muita garra, determinação, força, coerção, competição, firmeza, muita cubanidade. Muito patriotismo. Muita liberdade.

Segundo o comandante Fidel Castro, em 1960 disse em um discurso, os homens cubanos serão necessariamente homens de pensamento, necessariamente homens de ciência.

Todos os povos do mundo que tiveram a oportunidade de tocar nas terras cubanas confirmaram seu desenvolvimento em muitas áreas: educação, saúde, tecnologia, biotecnologia, tudo centrado na cultura na formação de sua etnia.

De Jorge Amado com sua brasilidade, a Chico Buarque, de Sartre a Merino – Presidente da Central dos Trabalhadores do Chile, de Allende a Mandela, de Glauber Rocha a Robert Redeford, do professor desconhecido da América Central, a Frei Beto, o monge dominicano que levou a Cuba um enorme gesto de amor, de centenas de estudantes de diferentes partes do mundo que voltam a suas terras levando conhecimento e conforto a quem nunca tocou na mão de um médico, a quem lutou pela liberdade de sua pátria, por Maradona, feliz aterrizando em Havana – trocando em miúdos que fizeram de Cuba sua segunda pátria.



Esta é uma pequena, muito pequena amostra daquelas que Cuba pode nos dar de presente. O maior presente que tive nas últimas décadas.

Todos os anos a ONU – as Nações Unidas – põe o fim do bloqueio em votação. 184 governos conscientes são a favor da suspensão, alguns governos covardes fogem desta responsabilidade histórica. O Brasil, covardemente, nem apareceu. Colômbia, Emirados Árabes, Israel e Ucrânia (eles esqueceram as crianças de Chernobyl) optaram pelo NÃO. Esqueceram que um dia, talvez bem próximo, lhes fará falta a solidariedade cubana.

Mas o mundo, ou parte dele, os admira, os ama e eles estão prontos para lutar contra esse bloqueio. Toda a humanidade, fora do capital segregacionista, é esmagada, sufocada pela necropolítica – baseada na escravidão dos homens.

Como diz Raul Torres em seus belos versos de amor à América Latina – “precisamos de revoluções”. Não importa como seja, se tecnologia, cordas de voz, rimas, pensamentos, ações.

Sessenta e dois anos depois podemos reafirmar hoje nos países que negam o fim do Bloqueio muitas crianças, idosos, mendigos, trabalhadores, refugiados e imigrantes dormem nas ruas, morrem de frio e de fome. Mas como disse Fidel Castro – Nenhuma criança que dorme nas ruas no mundo inteiro é cubana


Em frente, todos nós, vamos conseguir mobilizar a opinião pública estadunidense para acabar com o bloqueio.


Porque as vidas cubanas importam.

Na quarta-feira, 23/06, a REDH Brasil realizou uma live especial sobre o Bloqueio a Cuba, com a participação de Iroel Sánchez e Mathias Luce com mediação de Marilia Guimarães.