Vox populi: distância cai para 6 pontos

Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%; a diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições


Da pagina 247

Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%. A diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições. Nos votos totais, considerados brancos, nulos e indecisos, o número é de 44% para Bolsonaro e 39% para Haddad, uma diferença de apenas 5 pontos, com 12% de brancos, nulos e “ninguém” e 5% de “não sabe” e “não respondeu”.

O cenário é bem diferente da pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta e que havia indicado Bolsonaro com 59% e Haddad com 41% de votos válidos -uma diferença de 18 pontos percentuais. Ou seja: está aberta uma disputa entre os institutos de pesquisas na chegada do segundo turno. A pesquisa Vox/247 feita na véspera do primeiro turno foi a que mais se aproximou do resultado das urnas -leia aqui.

Em votos espontâneos válidos, a pesquisa indica Bolsonaro com 54% e Haddad com 46% – oito pontos percentuais de diferença. Haddad tem 41% de rejeição contra 38% de Bolsonaro. 7% dizem que podem votar em qualquer um dos dois, 8% dizem que não votam em nenhum e 5% não sabem ou não responderam.

Dos entrevistados, 66% acreditam em vitória de Bolsonaro e 24% na de Haddad. 56% disseram ter assistido o horário eleitoral gratuito e 44% disseram que não assistiram. 23% afirmaram que o melhor programa do horário eleitoral gratuito é o de Haddad e 22% disserem que é o de Bolsonaro.

A pesquisa foi contratada pela CUT e contou com 2 mil entrevistas aplicadas em 120 municípios nos dias 16 e 17 (terça e quarta). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, estimada em nível de confiança de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-08732/2018.

Veja os principais números da pesquisa em tabelas:

 

Juristas veem risco de cassação por compra de disparos no WhatsApp.

Caso se comprove que empresas compraram disparos de mensagens de WhatsApp contra o PT, especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo UOL consideram possível a impugnação da candidatura e posterior cassação de mandato do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), caso ele seja eleito. A análise dos juristas considera o cenário após as eleições devido ao tempo que um processo deste tipo costuma levar.


Eduardo Militão

Da pagina UOL

 

informação sobre a atuação de empresas na campanha foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (18).

Segundo os juristas, as encomendas de mensagens seriam doações não contabilizadas, o que se assemelha ao caixa 2 de campanha, e são feitas por empresas, o que é proibido pelo Supremo Tribunal Federal desde 2015. Além disso, é crime contratar pessoas para distribuir conteúdo para “denegrir a imagem de candidato”. Na hipótese de uma cassação de mandato, as eleições seriam anuladas e deveria ser feito novo pleito, observa a vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil, Gabriella Rollemberg.

Membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e fundador do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral, Guilherme de Salles Gonçalves, avalia que a situação é delicada. “A soma de ilegalidade dessa situação é muito grave”, afirmou, nesta quinta-feira. Segundo a reportagem da Folha, cada empresa pagava até R$ 12 milhões por contrato. Por lei, os candidatos à Presidência só podem gastar R$ 70 milhões na campanha. “Então, R$ 12 milhões chega a ser 17%. Isso é muito relevante.”

Segundo Gonçalves, mesmo que o candidato alegue que não sabia, participou ou concordou com o envio em massa de mensagens, a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral avalia o benefício à candidatura. O advogado lembra que as lojas Havan, do empresário Luciano Hang, foram apontadas como um dos participantes da compra de pacotes.

Hang foi obrigado pela Justiça a comunicar aos funcionários que eles tinham liberdade para votar em quem quisessem, dias depois de ameaçar fazer demissões caso Bolsonaro perdesse. “A anuência pode ser presumida”, diz o advogado. “Não há como se dizer que o candidato não tenha nem ideia de que isso estava acontecendo.”

Investigação precisa de documentos e evidências

Gabriela Rollemberg destaca que a lei 9.504 proíbe a doação de cadastros para candidatos. A mesma lei considera crime contratar, “direta ou indiretamente” grupo de pessoas para “emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato”. Para ela, o caso pode render uma punição a Bolsonaro. “Pode sim dar penalidade ao candidato, mesmo que ele não tenha participado, porque foi beneficiado”, acrescentou Gabriela.

A depender do que for demonstrado, se o valor for impactante como está sendo noticiado, o tribunal vai analisar se há gravidade suficiente para interferir no resultado da eleição presidencial, diz a advogada. Obviamente que não é uma coisa simples você entender pela cassação de um presidente da República.

Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral, o ex-ministro do TSE Henrique Neves foi cauteloso ao lembrar que os fatos precisam ser documentados e comprovados. Mas afirmou que as leis brasileiras preveem a anulação das eleições.

“Qualquer tipo de abuso de poder econômico ou uso indevido de comunicação social pode resultar em investigação judicial, em que os fatos serão esclarecidos e, eventualmente, se provada a ocorrência de irregularidade com gravidade suficiente para contaminar a legitimidade e a normalidade das eleições, pode gerar inclusive o cancelamento da eleição”, disse Neves ao UOL. Tudo precisaria ser provado, acrescentou. “Tem um ‘porém’ enorme”, concluiu o ex-ministro.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) disse ao UOL que vai analisar a questão dentro das representações apresentadas à Justiça, como a do PT. “O Ministério Público Eleitoral não adianta posicionamento sobre nenhum caso”, acrescentou.

Comunidade universitária lança carta em defesa da democracia

‘Nós, professores, estudantes e funcionários das universidades brasileiras, desejamos, nesta hora perigosa, ressaltar que a democracia, o livre pensar, a autonomia do ensino, são cláusulas pétreas das quais não abriremos mão em nenhuma hipótese’


Da pagina Brasil Debate

Professores, estudantes e funcionários de um amplo espectro de posições políticas lançaram hoje uma carta que reafirma “os valores fundamentais da liberdade, da razão e dos direitos humanos”.  No momento em que, segundo os signatários, “a democracia duramente construída no país pode outra vez perecer”, entenderam ser necessário unificar-se em defesa do regime democrático.

Aberto à assinatura pública a partir de hoje, o documento foi lançado com quase quinhentos nomes, entre eles a de acadêmicos conhecidos por suas diferenças. Estão na lista inicial os historiadores Boris Fausto, Fernando Novais, Laura Mello e Souza e Luiz Felipe de Alencastro, os juristas Conrado Hubner Mendes, Dalmo Dallari, Fábio Comparato, Gilberto Bercovici, José Gregori e Pedro Dallari, os economistas Laura Carvalho, Leda Paulani, Lena Lavinas, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Luiz Gonzaga Belluzzo, Paulo Furquim de Azevedo, Pedro Rossi e Fernando Rugitsky, os filósofos José Arthur Giannotti, Marilena Chauí, Marcos Nobre, Paulo Arantes, Ruy Fausto e Vladimir Safatle, os sociólogos Brasilio Sallum Jr, Gabriel Cohn e Maria Arminda do Nascimento Arruda, o crítico literário Roberto Schwarz, as arquitetas Ana Lanna, Ermínia Maricato e Raquel Rolnik, as antropólogas Alba Zaluar, Lilia Schwarcz e Manuela Carneiro da Cunha, os jornalistas Eugênio Bucci e Carlos Eduardo Lins da Silva, a educadora Lisete Arelaro e os cientistas políticos Cláudio Couto, Elizabeth Balbachevsky, Maria Hermínia Tavares de Almeida, Maria Victoria Benevides, Paulo Sérgio Pinheiro, Leonardo Avritzer, Luis Felipe Miguel e André Singer.

Afirmando que “o processo eleitoral em curso trouxe à tona fantasmas do passado, palavras simpáticas a torturadores, sugestões de uso da violência contra adversários políticos e cogitações de golpe” pela chapa que terminou o primeiro turno em primeiro lugar, os signatários dizem que “a democracia, o livre pensar, a autonomia do ensino, são cláusulas pétreas”, das quais não abrirão mão.

Para assinar acesse o link: https://goo.gl/forms/z39KnK7ckUV6ol1C2

A seguir, o manifesto:

Carta das universidades pela democracia

O Brasil atravessa, novamente, um daqueles momentos cruciais em que a consciência democrática da nação precisa levantar-se para afirmar os valores fundamentais da liberdade, da razão e dos direitos humanos. Ameaçada por uma tosca pregação autoritária, que não se peja em enaltecer a ditadura de 1964, a democracia duramente construída no país pode outra vez perecer, como aconteceu no período histórico ora elogiado por um dos candidatos à Presidência da República na eleição decisiva que se aproxima. Por isso, acima e além das divisões ideológicas, partidárias e filosóficas que nos separam, decidimos nos unir em defesa do bem maior que representa podermos resolver as nossas diferenças em paz, dentro do Estado de Direito, e no respeito absoluto pela opinião alheia.

A universidade conhece de sobra o horror das intervenções arbitrárias. Instituição cujos objetivos máximos são o cultivo e a transmissão da inteligência, ela depende do livre curso das ideias, para realizar a contento a tarefa que lhe cabe. Os ares sombrios da intolerância sufocam a atividade universitária, que desde sempre na história resistiu às pressões do pensamento único.

O processo eleitoral em curso trouxe à tona fantasmas do passado. Palavras simpáticas a torturadores, sugestões de uso da violência contra adversários políticos, cogitações de golpe foram repetidas, para quem quisesse ouvir, pela chapa que terminou o primeiro turno em primeiro lugar. Os candidatos que as proferiram pretendem com elas intimidar os democratas e, quem sabe, preparar o terreno para aventuras de maior alcance contra o regime estabelecido na Constituição Federal aprovada em 1988.

Nós, professores, estudantes e funcionários das universidades brasileiras, desejamos, nesta hora perigosa, ressaltar que a democracia, o livre pensar, a autonomia do ensino, são cláusulas pétreas das quais não abriremos mão em nenhuma hipótese.

São Paulo, 18 de outubro de 2018

Para assinar acesse o link: https://goo.gl/forms/z39KnK7ckUV6ol1C2

Já assinaram esta carta:

  1. Adma Muhana (USP)
  2. Adrian Albala (UnB)
  3. Adrián Pablo Fanjul (FFLCH – USP)
  4. Adriana Nunes Ferreira (UNICAMP)
  5. Ailton Souza (UEMS)
  6. Alba Zaluar (Antropologia – UERJ)
  7. Alessandro Constatino Gamo (UFSCAR)
  8. Alessandro Martins Prado (UEMS)
  9. Alexander Yao Cobbinah (FFLCH – USP)
  10. Alexandre Abdal (FGV)
  11. Alexandre Adalberto Pereira (Unifap)
  12. Alexandre Carrasco (Unifesp)
  13. Alexandre Freitas Barbosa (USP)
  14. Alexandre Macchione Saes (Economia – USP)
  15. Alexandre Pupo Quintino (FFLCH -USP / DCE Livre da USP)
  16. Alexandre Sizilio (Medicina – Santa Casa de São Paulo)
  17. Alicia Bonamino (PUR/RJ)
  18. Aloisio Mercadante (Unicamp)
  19. Álvaro Bianchi (Ciência Política – Unicamp)
  20. Amaury Gremaud (USP)
  21. Amelia Cohn (Saúde Pública – USP)
  22. Ana Claudia Farranha (Direito – UnB)
  23. Ana Fontenelle (UFC)
  24. Ana Helena Lopes dos Santos (Administração Pública – FGV)
  25. Ana Lúcia Duarte Lanna (FAU – USP)
  26. Ana Luísa Tibério (Direito – USP) – Centro Acadêmico XI de Agosto
  27. Ana Maria Nusdeo (Direito – USP)
  28. Ana Paula Pacheco (DTLLC – USP)
  29. Ana Paula T. Magalhães (USP)
  30. Anderson Christopher Santos (UFRN)
  31. André Borges (UnB)
  32. André Botelho (UFRJ)
  33. André de Melo Araújo (UnB)
  34. André Kaysel (Ciência Política – Unicamp)
  35. André Luis Nogueira da Silva (IBGE)
  36. André Pereira de Carvalho (FGV)
  37. André Ribeiro de Santana (Universidade Federal do Pará)
  38. André Singer (Ciência Política – USP)
  39. Andrea Freitas (IFCH – Unicamp)
  40. Andrea Saad Hossne (FFLCH – USP)
  41. Andréa Vettorassi (Ciências Sociais – UFG)
  42. Andrei Koerner (Unicamp)
  43. Andreia Galvão (Ciência Política – Unicamp)
  44. Andrija Oliveira Almeida (UFBA)
  45. Angela Ganen (UFRJ)
  46. Angela Maria Martins (Unicid)
  47. Angela Terumi Fushita (UFABC)
  48. Annick Marie Belrose (Unifap)
  49. Antônio Carlos Sardinha (Unifap)
  50. Antonio Correa de Lacerda (PUC SP)
  51. Antonio David (Filosofia – USP)
  52. Antonio Guerreiro (Antropologia – Unicamp)
  53. Antonio Nascimento (FGV)
  54. Antonio Negro (UFBA)
  55. Ariane Ferreira Porto Rosa (UFPEL)
  56. Armando Caputi (UFABC)
  57. Arnaldo Franco Junior (Unesp)
  58. Aron Belinky (FGV)
  59. Arthur Fisch (FGV)
  60. Bárbara Morbidelli Gregorio (FGV)
  61. Beatrice Fontenelle-Weber (FEA – USP) – CAVC
  62. Beatriz Mioto (UFABC/Unicamp)
  63. Beatriz Raposo de Medeiros (FFLCH – USP)
  64. Beatriz Raposo de Medeiros (FFLCH – USP)
  65. Bernardo Ferreira (UERJ)
  66. Bernardo Ricupero (Ciência Política – USP)
  67. Betty Mindlin (USP)
  68. Bila Sorj (Sociologia – UFRJ)
  69. Boris Fausto (Ciência Política – USP)
  70. Brasilio Sallum Jr ( Sociologia – USP)
  71. Bruna Fraga (Udesc)
  72. Bruna Guerrieri Huszar (FGV)
  73. Caio Gracco Pinheiro Dias (Direito – USP)
  74. Caio Marcondes Barbosa (Ciência Política – USP)
  75. Caio Momesso (FGV)
  76. Caio Santo Amore (FAU – USP)
  77. Camila Góes (Ciência Política – Unicamp)
  78. Camila Risso Sales (Unifap)
  79. Camilo Zufelato (Direito – USP)
  80. Carlos Arthur Gallo (UFPEL)
  81. Carlos Eduardo Lins da Silva (IRI – USP)
  82. Carlos Eduardo Ribeiro (UFABC)
  83. Carlos Machado (UnB)
  84. Carmen Sylvia Vidigal Moraes (Educação – USP)
  85. Carolina Gabas Stuchi (UFABC)
  86. Carolina M. Pozzi de Castro (UFABC)
  87. Catarina Helena Cortada Barbieri (Direito – FGV)
  88. Celi Espasandin Lopes (Unicid)
  89. Céli Pinto (UFRGS)
  90. Christian Jecov Schallenmueller (USP)
  91. Christiane Jalles de Paula (UFJF)
  92. Christy G. G. Pato (UFFS)
  93. Cícero Araújo (Ciência Política – USP)
  94. Clara Carnicero de Castro (UFPR)
  95. Clarice Calixto (UnB)
  96. Clarice Cohn (Antropologia – UFSCAR)
  97. Claudia Fátima de Melo Favarão (Universidade Estadual de Londrina)
  98. Claudia Regina Vieira (UFABC)
  99. Cláudio Couto (FGV)
  100. Cláudio Salm (UFRJ)
  101. Clovis Bueno de Azevedo (FGV)
  102. Conrado Hubner Mendes (Direito – USP)
  103. Cynthia Sarti (Unifesp)
  104. Dalmo Dallari (Direito – USP)
  105. Daniel Bin (UnB)
  106. Daniel de Mendonça (UFPEL)
  107. Daniel Pereira Andrade (FGV)
  108. Daniela Camargo (FGV)
  109. Daniela Monteiro Gabbay (Direito – FGV)
  110. Daniela Prates (Unicamp)
  111. Danilo de Souza Morais (UFSCAR)
  112. Danusa Marques (UnB)
  113. David Paraguai (FFLCH – USP/ DCE Livre da USP)
  114. Débora Almeida (UnB)
  115. Débora Alves Maciel (UNIFESP)
  116. Deisy Ventura (Saúde Pública – USP)
  117. Demétrio G. C. de Toledo (UFABC)
  118. Denise Helena Pereira Laranjeira (Universidade Estadual de Feira de Santana)
  119. Diana Junkes (UFSCAR)
  120. Diego Azzi (UFABC)
  121. Diogo R. Coutinho (Direito – USP)
  122. Dorival da Costa dos Santos (Unifap)
  123. Edson Burg (Unisociesc)
  124. Eduardo Grin (FGV)
  125. Eliane Cabral da Silva (Unifap)
  126. Eliane Robert Moraes (USP)
  127. Elide Rugai Bastos (Unicamp)
  128. Elisa Muller (UFRJ)
  129. Elisa Reis (Sociologia – UFRJ)
  130. Elisabetta Santoro (USP)
  131. Elizabeth Balbachevsky ( Ciência Política – USP)
  132. Elizabeth Harkot La Taille (Letras – USP)
  133. Emil Hernandez (Universidade Federal do Pará)
  134. Erminia Maricato (FAU – USP)
  135. Ester Rizzi (EACH – USP)
  136. Etiene Villela Marroni (UFPEL)
  137. Eugênio Bucci (USP)
  138. Eugênio Fernandes Queiroga (FAU – USP)
  139. Everaldo Carlos Venancio (UFABC)
  140. Everaldo de Oliveira Andrade (FFLCH – USP)
  141. Evergton Sales Sousa (UFBA)
  142. Fabiana Cristina Severi (Direito – USP)
  143. Fabiana Komesu (Unesp)
  144. Fábio César Alves (USP)
  145. Fábio Kerche (Casa Rui Barbosa)
  146. Fábio Konder Comparato (Direito – USP)
  147. Felipe Pereira Loureiro (IRI – USP)
  148. Fernanda Cardoso (UFABC)
  149. Fernanda Lima-Silva (Administração Pública  e Governo – FGV)
  150. Fernanda Marquetti (Unifesp)
  151. Fernando Aith (Saúde Pública – USP)
  152. Fernando Burgos (FGV)
  153. Fernando L. Cássio (UFABC)
  154. Fernando Luiz Abrucio (FGV)
  155. Fernando Novais ( História – USP)
  156. Fernando Rocha Nogueira (UFABC)
  157. Fernando Rugitsky (Economia – USP)
  158. Fernando Sancovsky (Administração Pública – FGV)
  159. Flavia Biroli (Ciência Política – UnB)
  160. Flavia Calé (História – USP/ ANPG)
  161. Flávia Cristina Regilio Rossi (Unicamp)
  162. Flávia Feitosa (UFABC)
  163. Flávio Rocha de Oliveira (UFABC)
  164. Francisco Comaru (UFABC)
  165. Francisco Gremaud (FEA – USP) – CAVC
  166. Francisco Martinho Palomanes (História – USP)
  167. Fraya Freyse (Sociologia — USP)
  168. Gabriel Cohn (Sociologia – USP)
  169. Gabriela Lotta (UFABC / FGV)
  170. Gabriela Nunes Ferreira (UNIFESP)
  171. Gabriela Reinaldo (UFC)
  172. Gabrielle Louise Soares Timoteo (FGV)
  173. Geraldo Miniuci (Direito – USP)
  174. Gilberto Bercovici (Direito – USP)
  175. Gilberto Maringoni (UFABC)
  176. Gilson Simões Porciuncula (Engenharia – UFPEL)
  177. Glaucia Campregher (UFRGS)
  178. Glauco Arbix (FFLCH – USP)
  179. Glenda Dantas Ferreira (Universidade Federal da Paraíba)
  180. Gloria da Anunciação Alves (FFLCH – USP)
  181. Guilherme Almeida (Direito – USP)
  182. Guilherme Casarões (FGV)
  183. Guilherme Grandi (Economia – USP)
  184. Guilherme Kodja Vivian (FGV)
  185. Gustavo Andrey Fernandes (FGV)
  186. Hedibert Freitas Lopes (Insper)
  187. Heloísa Albuquerque de Almeida (USP)
  188. Henrique S. Carneiro (FFLCH – USP)
  189. Henrique Sasdelli Vannucci (FGV)
  190. Hugo Schayer Sabino (UEMS)
  191. Iara Souza (UFBA)
  192. Igor Fuser (UFABC)
  193. Ines Patricio (UFF)
  194. Ingrid Cyfer (Unifesp)
  195. Iris Gomes Dos Santos (UFPB)
  196. Íris Kantor (História – USP)
  197. Irlon Maciel Ferreira (Unifap)
  198. Isabella Paro (Administração Pública – FGV)
  199. Isleide Arruda Fontenelle (FGV)
  200. Ivan da Costa Marques (UFRJ)
  201. Ivo Coser (UFRJ)
  202. Jacira Freitas (Unifesp)
  203. Jaqueline Kalmus (Unifesp)
  204. Jean Carlos Gomes Camargo (UFG)
  205. Jean Pierre Chauvin (ECA)
  206. Jean Tible (Ciência Política – USP)
  207. Jefferson Goulart (Unesp)
  208. Jo Dweck (UFRJ)
  209. Joana Vaz de Moura (UFRN)
  210. João Eberhart (FGV)
  211. João José Reis (UFBA/Academia Brasileira de Letras)
  212. João Leonardo Medeiros (UFF)
  213. João Machado Borges Neto (PUC SP)
  214. João Paschoal Pedote (Administração pública – FGV)
  215. Joao Paulo Garrido Pimenta (USP)
  216. João Roberto Martins Filho (UFSCar)
  217. João Sette Whitaker Ferreira (FAU – USP)
  218. João Veridiano Franco Neto (IFBA)
  219. José Arthur Giannotti (Filosofia – USP)
  220. José Augusto Fontoura Costa (Direito – USP)
  221. José Gregori (USP)
  222. José Heleno Faro
  223. José Henrique Bortoluci (FGV)
  224. José Renato de Campos Araújo (EACH – USP)
  225. José Ricardo Marques dos Santos (UESB)
  226. Juarez Guimarães (UFMG)
  227. Julia Köpf (FEA USP) – CAVC
  228. Juliana Arida (Administração Pública – FGV)
  229. Juliana Pacetta Ruiz (Administração Pública e Governo – FGV)
  230. Juliana Pimenta (IPUB – UFRJ)
  231. Juliana Reimberg (Administração Pública – FGV)
  232. Júlio Barroso (Unifesp)
  233. Julio Simoes (USP)
  234. Kalazans Louzá Bezerra da Silva (UFRN)
  235. Karina Oliveira Leitão (FAU – USP)
  236. Kátia Canil (UFABC)
  237. Lara Mesquita (FGV)
  238. Lara Simielli (FGV)
  239. Larissa Medianeira Bolzan (UFPEL)
  240. Laura Angélica Moreira (FGV)
  241. Laura Carvalho (Economia – USP)
  242. Laura de Mello e Souza (Sorbonne / USP)
  243. Leda Paulani (Economia – USP)
  244. Lena Lavinas (UFRJ)
  245. Leonarda Musumeci (UFRJ)
  246. Leonardo Avritzer ( UFMG)
  247. Leonardo Bueno (FGV)
  248. Leonardo Mello (UFABC)
  249. Leonardo Octavio Belinelli de Brito (Ciência Política – USP)
  250. Ligia Toneto (Economia – USP / DCE Livre da USP)
  251. Lilia Schwarcz (Antropologia – USP)
  252. Lisete Arelaro (Educação – USP)
  253. Lizandra Serafim (UFPB)
  254. Lourenço Chacon (Unesp)
  255. Lucia Del Picchia
  256. Lucia Granja (Unesp)
  257. Luciana Barreto Nascimento (PUC Minas)
  258. Luciana de Oliveira Royer (FAU – USP)
  259. Luciana Maria de Aragão Ballestrin (UFPEL)
  260. Luciana Nicolau Ferrara (UFABC)
  261. Luciana Ramos (Direito – FGV)
  262. Luciana Royer (FAU – USP)
  263. Luciana Tatagiba (Ciência Política — Unicamp)
  264. Luciana Travassos (UFABC)
  265. Lucy Anna Diniz (UFF)
  266. Luis Bevilacqua (UFRJ)
  267. Luís César Oliva (Filosofia – USP)
  268. Luis Felipe Miguel (UnB)
  269. Luis Fernando Biedermann (Direito – USP) – Centro Acadêmico XI de Agosto
  270. Luis Paulo Bresciani (FGV)
  271. Luis Roberto de Paula (Antropologia – UFABC)
  272. Luiz Carlos Bresser-Pereira (Economia – FGV)
  273. Luiz Felipe de Alencastro (História – FGV)
  274. Luiz Gonzaga Belluzzo (Economia – Unicamp)
  275. Luiz Recaman (FAU – USP)
  276. Luiza Balieiro Stievano (Administração Pública – FGV)
  277. Manoel Fernandes de Sousa Neto (USP)
  278. Manoel Luiz Gonçalvez Corrêa (USP)
  279. Manoela Rossinetti Rufinoni (Unifesp)
  280. Manuela Carneiro da Cunha (Universidade de Chigago)
  281. Manuela Colombo (FGV)
  282. Marcel Vieira Barreto Silva (UFPB)
  283. Marcela Ferreira (FGV)
  284. Marcelo A. Marques (FGV)
  285. Marcelo Coutinho (FGV)
  286. Marcelo Galletti Ferretti (FGV)
  287. Marcelo Marchesini da Costa (Insper)
  288. Márcia Consolim (UNIFESP)
  289. Marcia Regina Barros da Silva (USP)
  290. Marco Antonio Acco (UFPB)
  291. Marco Antonio Bueno Filho (UFABC)
  292. Marcos Augusto Perez (Direito – USP)
  293. Marcos Eugenio da Silva (FEA – USP)
  294. Marcos Nobre (Filosofia – Unicamp)
  295. Marcus Abílio Pereira (UFMG)
  296. Marcus André de Souza Cardoso da Silva (Unifap)
  297. Margaréte May Berkenbrock Rosito (Unicid)
  298. Maria Alexandra Cunha (FGV)
  299. Maria Arminda do Nascimento Arruda ( Sociologia – USP)
  300. Maria Augusta Fonseca (USP)
  301. Maria Caramez Carlotto (UFABC)
  302. Maria Cecília de Araujo Asperti (Direito – FGV)
  303. Maria Cristina Pereira (USP)
  304. Maria Cristina Pompa (Unifesp)
  305. Maria da Conceicao Passeggi (Unicid)
  306. Maria das Dores Campos Machado (UFRJ)
  307. Maria das Graças de Souza (USP)
  308. Maria de Lourdes Pereira Fonseca (UFABC)
  309. Maria Fernanda Lombardi Fernandes (UNIFESP)
  310. Maria Helena Pereira Toledo Machado (FFLCH – USP)
  311. Maria Hermínia Tavares de Almeida (IRI — USP)
  312. Maria Ligia Prado (História – USP)
  313. Maria Lúcia Refinetti Rodrigues Martins (FAU – USP)
  314. Maria Luiza Corullon (Medicina – USP) – CAOC
  315. Maria Luiza Levi (UFABC)
  316. Maria Malta (UFRJ)
  317. Maria Monica Arroyo (USP)
  318. Maria Paula Dallari Bucci (Direito – USP)
  319. Maria Rita Loureiro (FGV)
  320. Maria Rosário Gonçalves de Carvalho (UFBA)
  321. Maria Victoria Benevides (Educação – USP)
  322. Maria Victoria Benevides (FE – USP)
  323. Mariana Fix (Unicamp)
  324. Mariana Mazzini Marcondes (Administração Pública – FGV)
  325. Mariana N. S. Almeida (Insper)
  326. Mariana Nicolletti (FGV)
  327. Mariana Thorstensen Possas (UFBA)
  328. Mariângela de Araújo (FFLCH – USP)
  329. Mariângela Gama de Magalhães Gomes (Direito – USP)
  330. Marida Midori (ECA – USP)
  331. Marilena Chauí (Filosofia – USP)
  332. Marina de Mello e Souza (História – USP)
  333. Mario Aquino Alves (FGV)
  334. Mário Augusto Medeiros da Silva (Sociologia – Unicamp)
  335. Mário Fuks (UFMG)
  336. Mario Salerno (Poli – USP)
  337. Mario Schapiro (Direito – FGV)
  338. Mario Scheffer (Medicina – USP)
  339. Marisa Silva Amaral (UFU)
  340. Marjorie Marona (UFMG)
  341. Marlise Matos ( UFMG)
  342. Marta Ferreira Santos Farah (FGV)
  343. Marta Inez Marques (FFLCH – USP)
  344. Marta Mendes Rocha (UFJF)
  345. Marta Saad (Direito – USP)
  346. Marta Zorzal e Silva (UFES)
  347. Mateus Luis Barradas Paciencia (Universidade Paulista)
  348. Matheus Ichimaru (USP)
  349. Matias Cardomingo (Economia – USP/ APG USP)
  350. Mauro de Almeida (Unicamp)
  351. Mauro Zilbovicius (Poli – USP)
  352. Michelle Sato Frigo (UFABC)
  353. Miguel Henrique Russo (Unicid)
  354. Miguel Said Vieira (UFABC)
  355. Milton Lahuerta (Unesp)
  356. Miqueli Michetti (FGV)
  357. Miriam Dolhnikoff (USP)
  358. Mónica Arroyo (FFLCH – USP)
  359. Moreno Zaidan Garcia (FGV)
  360. Morgana Krieger (FGV)
  361. Natália Sátyro (UFMG)
  362. Natasha Borali (Administração Pública – FGV)
  363. Neusa Serra (UFABC)
  364. Nilce Aravecchia (FAU – USP)
  365. Nilton Ota (Sociologia – USP)
  366. Núbia dos Reis Ramos (UNEB)
  367. Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho (USP)
  368. Olympio Barbanti Jr. (UFABC)
  369. Otaviano Helene (Física – USP)
  370. Otávio Pinto e Silva (Direito – USP)
  371. Otília B. Fiori Arantes (Filosofia – USP)
  372. Patricia Maria de Jesus (UFABC)
  373. Patrício Tierno (Ciência Política – USP)
  374. Paula Marcelino (Sociologia – USP)
  375. Paulo Calmon (UnB)
  376. Paulo Eduardo Alves da Silva (Direito – USP)
  377. Paulo Eduardo Arantes (Filosofia – USP)
  378. Paulo Everton Mota Simões (UFAL)
  379. Paulo Fernando de Moraes Farias (University of Birmingham)
  380. Paulo Furquim de Azevedo (Insper)
  381. Paulo Sérgio da Costa Neves (UFABC)
  382. Paulo Sérgio Pinheiro (Ciência Política – USP)
  383. Pedro Arantes (UNIFESP)
  384. Pedro Dallari (IRI – USP)
  385. Pedro Rossi (Economia – Unicamp)
  386. Peter Spink (FGV)
  387. Priscila Figueiredo (Letras – USP)
  388. Priscila Rossinetti Rufinoni (UnB)
  389. Rafael de Azevedo R. Leão (Administração Pública – FGV)
  390. Rafaela Thomaz Vieira (Administração Pública – FGV)
  391. Ramatis Jacino (Economia – UFABC)
  392. Ramon Garcia Fernandez (Economia – UFABC)
  393. Raquel Rolnik (FAU – USP)
  394. Rebecca Abers (UNB)
  395. Regimeire Oliveira Maciel (UFABC)
  396. Regina Dalcastagne (UNB)
  397. Regina Laisner (Unesp)
  398. Reginaldo dos Santos (UFPA)
  399. Renan Zapata Moreno (Filosofia – USP)
  400. Renato Gaban Lima (Universidade Federal de Alagoas)
  401. Renato Sérgio de Lima (FGV)
  402. Ricardo Chaves (FCM – UERJ)
  403. Ricardo Moretti (UFABC / UFRN)
  404. Ricardo Musse (Sociologia – USP)
  405. Roberta Guimarães Peres (UFABC)
  406. Roberta Gurgel Azzi (Unicid)
  407. Roberto Grün (UFABC)
  408. Roberto Vermulm ( Economia – USP)
  409. Roberto Schwarz (Letras – Unicamp)
  410. Rodrigo Alves Teixeira (PUC SP)
  411. Rodrigo Bentes Monteiro (UFF)
  412. Rodrigo Menon Simões Moita
  413. Rodrigo Santaella (IFC)
  414. Rodrigo Toneto (Economia – USP) – APG USP
  415. Rogerio Royer (UFPEL)
  416. Ronaldo Adriano Ribeiro da Silva (Universidade Federal do Pará)
  417. Ronaldo Bastos Francini Filho (Universidade Federal da Paraíba)
  418. Roni Mayer Lomba (Unifap)
  419. Rosa Freire d’Aguiar
  420. Rosa Maria Perez (ISCTE-Portugal)
  421. Rosa Maria Vieira (FGV)
  422. Rosana Denaldi (UFABC)
  423. Rosângela Marionete Schulz (UFPEL)
  424. Rosangela Sarteschi (FFLCH – USP)
  425. Rossana Rocha Reis (USP)
  426. Rudinei Toneto Jr (Economia – USP)
  427. Rúrion Soares Melo (Ciência Política – USP)
  428. Ruth Dweck (UFF)
  429. Ruy Braga (Sociologia – USP)
  430. Ruy Fausto (Filosofia – USP)
  431. Sabrina de Melo Cabral (UFPB)
  432. Salomão Barros Ximenes (UFABC)
  433. Samuel Barbosa (Direito – USP)
  434. Sandhi Maria Barreto (Medicina – UFMG)
  435. Sandra Gomes (UFRN)
  436. Sandra Lúcia Ferreira (Unicid)
  437. Sandro Cabral
  438. Sara Feitosa (Unipampa)
  439. Sávio Cavalcante (Sociologia – Unicamp)
  440. Sean Purdy (USP)
  441. Sedi Hirano (Sociologia – USP)
  442. Sergio Amadeu da Silveira (UFABC)
  443. Sérgio Cardoso (Filosofia – USP)
  444. Sérgio Salomão Shecaira (Direito – USP)
  445. Sheila Neder Cerezzetti (Direito – USP)
  446. Silvana Zioni (UFABC)
  447. Silvia Garcia (Sociologia – USP)
  448. Silvia Helena Passarelli (UFABC)
  449. Silvia Hunold Lara (Unicamp)
  450. Silvia Viana Rodrigues (FGV)
  451. Silvio Luiz de Almeida (FGV)
  452. Simone Rossinetti Rufinoni (USP)
  453. Sonia M. Portella Kruppa (Educação – USP)
  454. Sonoe Sugahara (IBGE)
  455. Sueli Dallari (Saúde Pública – USP)
  456. Susana Henriques da Costa (Direito – USP)
  457. Suylan Midlej (UnB)
  458. Suzana Salem (USP)
  459. Suzane de Alencar Vieira (PPGAS – UFG)
  460. Tatiana Savoia Landini (Unifesp)
  461. Tercio Redondo (Letras – USP)
  462. Tessa Moura Lacerda (Filosofia – USP)
  463. Thais Pavez (Ciência Política – Unesp)
  464. Thaynah Gutierrez (Administração Pública – FGV)
  465. Thiago Amparo (Direito – FGV)
  466. Thiago Reis Oliveira Guimarães (PPGCS – UFBA)
  467. Thiago Trindade (UnB)
  468. Thomas Santoro Haddad (EACH – USP)
  469. Tiago Corbisier Matheus (FGV)
  470. Tiago Tranjan (Unifesp)
  471. Ulpiano Bezerra de Meneses (FFLCH – USP)
  472. Umberto Celli (Direito – USP)
  473. Ursula Dias Peres (EACH – USP)
  474. Valentim Facioli (FFLCH – USP)
  475. Valeria de Marco (USP)
  476. Vanda Machado (Unicid)
  477. Vanessa Simon (UDEsc)
  478. Vera Cepeda (UFSCAR)
  479. Vera da Silva Telles (FFLCH – USP)
  480. Véronique Braun Dahlet (FFLCH – USP)
  481. Vinicius Casalino (Facamp)
  482. Vinícius Orellano (Economia – USP / DCE Livre da USP)
  483. Vitor Marchetti (UFABC)
  484. Vitor Orquiza de Carvalho (FGV)
  485. Vladimir Safatle (Filosofia – USP)
  486. Wagner Romão (Ciência Política – Unicamp)
  487. Waldir Beividas (FFLCH – USP)
  488. Walter Fraga (História – UFRB)
  489. Zilma Borges de Souza (FGV)

 

A carta recebeu também o apoio das seguintes entidades estudantis:

União Nacional dos Estudantes (UNE)

União Estadual dos Estudantes – SP (UEE- SP)

Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG)

DCE Livre da USP – Alexandre Vannucchi Leme

CAELL (Centro Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários Oswald de Andrade – Letras USP)

CAER (Centro Acadêmico Emílio Ribas)

CAEA (Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental – Poli USP)

CAF ( Centro acadêmico de filosofia Prof. João Cruz Costa )

CAHS (Centro Acadêmico Herbert de Souza)

CAII (Centro Acadêmico Iara Iavelberg – Psico USP)

CALC (Centro Acadêmico Lupe Cotrim)

CAOC (Centro Acadêmico Oswaldo Cruz – Medicina USP)

CAPMS (Centro Acadêmico Paulo Marques dos Santos – IAG USP)

CAPPF (Centro Acadêmico Professor Paulo Freire – FE USP)

CARF ( Centro Acadêmico Rosalind Franklin ICB -USP)

CAVC (Centro Acadêmico Visconde de Cairu – FEA USP)

CEC (Centro de Engenharia Civil Prof Milton Vargas)

CEE (Centro de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola Politécnica da USP)

CEPEGE (Centro Paulista de Estudos Geológicos- IGc USP)

CEQHR (Centro de Estudos Químicos Heinrich Rheinboldt – IQ USP) – Paulo Augusto Carneiro Loureiro

DAGA (Diretório Acadêmico de Gestão Ambiental)

GFAU (Grêmio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP)

Grêmio Politécnico da USP (Grêmio da Escola Politécnica da USP)

Guima (Centro Acadêmico Guimarães Rosa de Relações Internacionais da USP)

XI de Agosto ( Faculdade de Direito da USP)

 

Brazil Front-Runner Accused of Illegal Campaign Practices

SAO PAULO — A Brazilian presidential candidate on Thursday accused his far-right adversary of illegal campaign practices for allegedly allowing friendly businessmen to secretly pay to spread slanderous messages.


Da pagina NY Time

The accusations by left-leaning Fernando Haddad follow a report published by the newspaper Folha de S.Paulo saying businessmen linked to Congressman Jair Bolsonaro allegedly bankrolled the spread of fake news on the WhatsApp messaging service to benefit his candidacy. The article said a blast message campaign was planned for the week before the Oct. 28 runoff.

In a series of tweets, Bolsonaro, who is the front-runner in opinion polls, said any support of businessmen was voluntary. Gustavo Bebbiano, the chairman of Bolsonaro’s Social Liberal Party, denied receiving illegal donations.

“Every donation made until this day, no matter if it is our party or our candidate’s campaign, comes from resources donated to our platform, accordingly with legislation,” Bebbiano said

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“Uma primavera brasileira é possível”, diz Zé Celso. Claudio Leal

Para o diretor do Oficina, “FHC e Ciro Gomes deveriam estar na batalha contra a violência nazista”


Da pagina Bravo

“Uma primavera brasileira é possível. Se somar todos aqueles que estão indecisos, que não estão sacando a gravidade do momento, nós venceremos”, afirma, em tom de urgência, o diretor teatral José Celso Martinez Corrêa, 81, apoiador da candidatura de Fernando Haddad (PT) à presidência da República. Artista icônico da resistência cultural à ditadura militar (1964–1985), hoje defendida pelo extremista de direita Jair Bolsonaro (PSL), Zé Celso pede ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e ao candidato derrotado Ciro Gomes (PDT) que se engajem na campanha de Haddad e saiam da “neutralidade radical”, para enfrentar a tendência de violência “nazista” no país.

“Fernando Henrique Cardoso e Ciro Gomes deveriam estar na batalha, como estiveram na batalha no fim da ditadura, quando todos os partidos democráticos se uniram nas Diretas-Já. A situação é muito mais grave do que aquilo. Mais grave. Essa ditadura já está anunciada”, avalia Zé Celso, neste depoimento gravado pela Bravo!.

Dedicado à remontagem da peça Roda Viva, de Chico Buarque, atacada brutalmente pelo Comando de Caça aos Comunistas (CCC) em 1968, o diretor aproveita para se solidarizar com o compositor Caetano Veloso, que denunciou, em 14 de outubro, na Folha de S.Paulo, a “incitação à violência” promovida pelo ensaísta Olavo de Carvalho no Facebook. O músico tropicalista conclamou artistas e intelectuais a reagirem à pregação de que adversários de Bolsonaro, em caso de vitória do extremista, devem ser “totalmente destruídos enquanto grupos, organizações e até indivíduos”.

“Considero o texto de Olavo incitação à violência. Convoco meus concidadãos a repudiá-lo. Ou vamos fingir que o candidato dele já venceu a eleição e, por isso, pode mandar matar quem não votou nele?”, escreveu Caetano.

“Eles têm uma tendência de extermínio”, reforça Zé Celso, aceitando o chamado do companheiro de Tropicália: “Estou com Caetano, com Haddad, com os sem teto, com os sem terra, com todos os que estão apoiando esse movimento contra o fascismo”.

Confira a íntegra do depoimento de José Celso Martinez Corrêa, dentro da série da Bravo! com artistas e intelectuais brasileiros, ouvidos sobre o risco de retorno do país ao autoritarismo.

“Já existe a SS [tropa paramilitar ligada ao partido nazista e a Adolf Hitler]. A SS já está em plena ação. Todos os casos de violência têm uma coisa semelhante aos grupos de violência do nazismo. A situação está tal que eu acho um absurdo as pessoas que têm um pouco de cabeça se manterem neutras. Neutralidade radical, como se diz no Rei da Vela. Ou são extremistas de centro. Fernando Henrique Cardoso e Ciro Gomes deveriam estar na batalha, como estiveram na batalha no fim da ditadura, quando todos os partidos democráticos se uniram nas Diretas-Já. A situação é muito mais grave do que aquilo. Mais grave. Essa ditadura já está anunciada. Esse cara do #Elenão deveria ter sido tirado da eleição há muito tempo. As coisas que ele [Jair Bolsonaro] fala a favor da tortura e de tudo quanto é criminalidade de extrema direita e nazista! O Brasil está suportando o nazismo. Estou preocupadíssimo. Estou trabalhando muito, estou fazendo o Roda Viva[remontagem da peça encenada em 1968], que vai dar problema, com certeza. E estou levando o Rei da Vela [também remontada em 2018 pelo Teatro Oficina] pro Rio Grande do Sul. Não tive tempo de escrever e de manifestar aquilo que eu penso. Caetano tem toda razão [em artigo publicado na Folha de S.Paulo de 14/10/2018]. Caetano está uma voz solitária, pedindo que as pessoas se conclamem. Estou absolutamente do lado dele. Porque eu ouvi esse boçal chamado Olavo de Carvalho, que só fala “porra, porra, porra”, que só xinga, que só destrói. Eles querem destruir as pessoas. Mas, numa democracia, não é isso o que acontece. Você tem partidos de oposição e a democracia acontece nesse diálogo com a oposição. Não é uma questão de destruir. É tão óbvio. Ele é uma besta, um sujeito ignorante, que não é um filósofo. Um filósofo jamais falaria da maneira grosseira como ele fala. O jeito como ele falou de Caetano é de quem não tem a menor ideia do que é arte. Caetano, além de ter estudado filosofia, é um poeta maravilhoso. Esse sujeito bota as patas para responder a Caetano.

Eles têm uma tendência de extermínio. Deve haver uma união de todos os indecisos. Os artistas estão lutando. Ainda há tempo, se houver uma frente democrática. Temos duas semanas. Não é uma eleição vulgar, não é eleger o PT ou não. Fernando Haddad mesmo diz que não se trata do PT. Haddad mudou a cor [da marca de campanha, do vermelho para o verde e amarelo] pra criar uma frente ampla democrática e um governo de coalização. Eu acho que essas pessoas — Ciro Gomes, Fernando Henrique e a parte do PSDB que não está totalmente podre — deviam se unir neste momento. O momento é muito grave. Assim como foi a luta da ditadura, em que os artistas trabalharam muito, foram corajosos nas passeatas. No Roda Viva, nem se fala: apanhamos no teatro [Ruth Escobar, em São Paulo] e apanhamos em Porto Alegre, pra onde eu vou, onde o próprio Exército bateu nos atores e botou todos de volta no ônibus. Não sei como essas pessoas que têm o mínimo de percepção da democracia não estão vendo que não se trata de uma eleição qualquer. É uma luta contra o fascismo e a ditadura. É preciso criar imediatamente uma frente democrática que se exponha, que faça comícios juntos, se apresentem juntos, de mãos dadas, com os artistas e também os políticos que se sentem democratas. Neutralidade nessa hora é compactuar com o nazismo.

O meio ambiente vai fazer parte do agronegócio. Isso é a destruição da Amazônia, do meio ambiente, é contra o que se assinou em Paris [Conferência do Clima]. Este é um combate em todas as áreas. Nas áreas dos gêneros, dos trans, dos machos, das fêmeas, de todo mundo que tem cu. Porque todos nós temos cu, machos e fêmeas. E nós sabemos disso. Pessoas como Cid Gomes [senador eleito pelo PDT do Ceará] tiveram um papel horrível. Ele fica atacando Haddad diante de um acontecimento grave. Nós temos que estar juntos. Haddad é uma pessoa culta, inteligente, democrata. Conheço Haddad. É uma pessoa íntegra. Ele está aberto a todas as tendências da democracia. Caetano, que votou em Ciro, disse que Ciro deveria apoiar o Haddad.

Essa bosta desse filósofo Olavo do sei lá é um lacaio do [Steve] Bennon [ex-estrategista político de Donald Trump]. Eles estão aplicando toda a tecnologia que elegeu Trump. Eles foram aos EUA aprender e aplicaram aqui. Uma campanha nojenta, secreta, através do Whatsapp, que faz aparecer uma pessoa que você nunca viu no governo de Minas Gerais, outra no governo do Rio. Uma coisa traiçoeira, sub-reptícia, indecorosa. Devemos levantar o brio das pessoas que amam a liberdade, não só dos artistas, mas dos políticos. Está todo mundo hipnotizado. É um tsunami fascista. O Brasil está em plena primavera! Nas sessões do Rei da Vela, a gente sente a primavera. O comício do Haddad na Cinelândia, no Rio de Janeiro, e depois o das mulheres, do #Elenão, foram uma primavera. Está havendo um aborto disso. Uma primavera brasileira é possível. Se somam todos aqueles que estão indecisos, que não estão sacando a gravidade do momento, nós venceremos. A democracia vence no Brasil. O país foi feito pra democracia. Já passou por ditaduras e foi horrível. Eu fui torturado, exilado, sem saber nem por quê. E isso acontecia com qualquer pessoa. Porque é um regime irracional, a ser capitaneado por um camarada que é um boçal, um ignorante, que não sabe falar, não sabe debater. Só tem ressentimento. É inveja de tudo que houve de liberdade sexual, liberdade democrática, liberdade na criação. As piores emoções estão fazendo essa maioria que está apoiando esse candidato. Ele não devia nem estar no páreo. Mas é o STF (Supremo Tribunal Federal) que disse que não houve ditadura, porque foi um movimento [o presidente do STF, Dias Toffoli, tratou o golpe de 1964 como “movimento”, numa palestra em São Paulo]. Desde o golpe de 2016 isso vem crescendo, por um antipetismo absolutamente irracional. Corrupção é uma coisa que se apura, se julga, agora a falta de liberdade, o domínio de um regime fascista, é uma coisa muito mais grave.

Esse candidato era do partido do Paulo Maluf. Outra coisa: o capitalismo em si é totalmente corrupto, a maior corrupção que existe é a desigualdade imensa, a maior que já houve na história da humanidade, por conta do aparecimento, exatamente, da especulação financeira. Agora, o capitalismo financeiro tem o capitalismo agrário, o industrial, a televisão, tem tudo. E produziu o maior momento de desigualdade do país. Eu estou veemente nessa luta pela democracia. Caetano nos conclamou a nós, artistas, que estamos nessa primavera cultural, pra gente tomar essa posição. Estou com Caetano, com Haddad, com os sem teto, com os sem terra, com todos os que estão apoiando esse movimento contra o fascismo. As pessoas estão dopadas, drogadas por um mito. Um mito!… Um mito não é nada. É uma boneca de papel. Sopra e ele desaparece. Estou muito alegre pela felicidade guerreira de poder ainda lutar contra isso.”

Jornada Mundial da Rede em Defesa da Humanidade nas Redes Sociais: FASCISMO OU DEMOCRACIA NO BRASIL

Convocação

Com vistas ao segundo turno das eleições presidenciais no Brasil, em 28 de outubro, e diante do perigo iminente que o representante do fascismo e da barbárie vence, a Rede em Defesa da Humanidade, convoca um Jornada Mundial em rede. com o título: FASCISMO OU DEMOCRACIA NO BRASIL

Data da Jornada: de 19 a 28 de outubro

Twitazzo: 23 de outubro das 10h às 18h.

Tags: #ContraOFascismoNoBrasil

As principais contas a seguir no Twitter: @ mariliakit5, @edhcuba, @omartodavia, @nayarlopez_nl, @ clio1968, @aguerraguerra, @humanidadenred, @KatuArkonada, @atilioboron, @TheIntCom

Páginas no Facebook para compartilhar e divulgar informações: https://www.facebook.com/Cuba.EDH/